Quais são as fases OAB? O Exame da OAB possui duas fases eliminatórias. A primeira é composta por uma prova objetiva com 80 questões de múltipla escolha. A segunda é uma prova prático-profissional, formada por uma peça jurídica e quatro questões discursivas. Apenas os candidatos aprovados na primeira etapa podem realizar a segunda.
Por isso, saber como funciona a 1ª e a 2ª fase da OAB é um dos primeiros passos para quem pretende conquistar a aprovação no Exame de Ordem. Embora ambas avaliem conhecimentos jurídicos, cada etapa possui formato, critérios de correção e estratégias de estudo diferentes.
Neste guia, entenda como funciona cada fase, o que cai nas provas, como ocorre a aprovação e quais cuidados aumentam as chances de sucesso.
Neste artigo:
- O que é a OAB
- Como funciona a 1ª fase
- O que cai
- Como estudar
- Como funciona a 2ª fase
- Como escolher a área
- Erros mais comuns
- FAQ
Como são as fases OAB?
| Característica | 1ª fase | 2ª fase |
|---|---|---|
| Tipo de prova | Objetiva | Prático-profissional |
| Estrutura | 80 questões de múltipla escolha | 1 peça processual + 4 questões discursivas |
| Consulta à legislação | Não permitida | Permitido o uso de Vade Mecum sem comentários |
| Nota mínima | 40 acertos | 6,0 pontos |
| Duração | 5 horas | 5 horas |
| Objetivo | Avaliar conhecimentos jurídicos gerais | Avaliar a aplicação prática do Direito |
Fases OAB: o que é o Exame da OAB?
O Exame de Ordem Unificado é a avaliação aplicada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para verificar se bacharéis em Direito possuem os conhecimentos mínimos necessários para exercer a advocacia.
A aprovação é um requisito previsto no artigo 8º, inciso IV, da Lei nº 8.906/1994 (Estatuto da Advocacia e da OAB). Isso significa que, mesmo após concluir a graduação em Direito, o bacharel somente poderá obter inscrição nos quadros da OAB após ser aprovado no Exame de Ordem.
Tradicionalmente, a prova é realizada três vezes por ano, em centenas de municípios brasileiros, permitindo que candidatos de todo o país participem simultaneamente do exame.
O Exame é organizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), banca conhecida pelo alto nível de exigência, principalmente na interpretação de textos legais, análise de casos concretos e aplicação prática da legislação.
Mais do que decorar leis, o candidato precisa demonstrar capacidade de raciocínio jurídico, interpretação sistemática do ordenamento e domínio da jurisprudência consolidada dos tribunais superiores.

Fases OAB: como funciona a primeira fase da OAB?
A primeira fase da OAB é uma prova objetiva composta por 80 questões de múltipla escolha, cada uma com quatro alternativas e apenas uma resposta correta.
O candidato dispõe de cinco horas para concluir a avaliação e precisa acertar no mínimo 40 questões para avançar à segunda fase do Exame de Ordem. Esse critério é nacional e está previsto no edital vigente, independentemente da unidade da federação onde a prova é realizada.
Embora seja considerada uma etapa teórica, a prova da FGV vai muito além da simples memorização da legislação. A banca costuma apresentar casos concretos, exigir interpretação de dispositivos legais e cobrar o entendimento da jurisprudência consolidada dos tribunais superiores.
Além disso, muitas questões exigem que o candidato relacione diferentes áreas do Direito para chegar à resposta correta. Por isso, uma preparação eficiente combina leitura da legislação, resolução de questões e revisões periódicas.
Outro ponto importante é a administração do tempo. Com aproximadamente 3 minutos e 45 segundos por questão, controlar o ritmo da prova é tão importante quanto dominar o conteúdo.
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O que cai na primeira fase da OAB?
Uma das dúvidas mais frequentes entre candidatos é quais disciplinas realmente merecem maior atenção durante a preparação.
A resposta está no próprio edital. A primeira fase da OAB reúne praticamente todas as áreas estudadas ao longo da graduação em Direito. No entanto, algumas matérias possuem peso significativamente maior e costumam concentrar boa parte das questões da prova.
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Quais disciplinas têm maior peso?
Embora todas sejam importantes, estas costumam representar uma parcela expressiva da prova objetiva:
- Ética Profissional (Estatuto da Advocacia, Regulamento Geral e Código de Ética);
- Direito Constitucional;
- Direito Civil;
- Processo Civil;
- Direito Penal;
- Processo Penal;
- Direito do Trabalho;
- Processo do Trabalho.
Essas disciplinas aparecem de forma recorrente em praticamente todas as edições do Exame de Ordem e, por isso, costumam ocupar posição central no planejamento dos candidatos.
Além da quantidade de questões, esses conteúdos frequentemente exigem interpretação da legislação, aplicação da jurisprudência e análise de casos práticos.
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Fases OAB: quais outras matérias também são cobradas?
Além das disciplinas com maior incidência, o edital contempla diversos outros ramos do Direito, entre eles:
- Direito Administrativo;
- Direito Tributário;
- Direito Empresarial;
- Direito Ambiental;
- Direito Internacional;
- Direitos Humanos;
- Direito do Consumidor;
- Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA);
- Filosofia do Direito;
- Direito Financeiro;
- Direito Previdenciário.
Mesmo aparecendo em menor número de questões, essas matérias podem fazer a diferença entre a aprovação e a reprovação. Afinal, cada ponto conquistado aproxima o candidato da nota mínima necessária para avançar à segunda fase.
Prova da OAB: como estudar Ética Profissional
Como a FGV costuma cobrar os conteúdos?
O Exame da OAB é organizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pela elaboração das provas e dos critérios de correção.
Logo, conhecer as disciplinas é apenas parte da preparação. Por isso, entender como a banca FGV elabora as questões também representa uma vantagem competitiva.
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Isso porque, diferentemente de concursos que valorizam a reprodução literal da lei, a FGV costuma privilegiar a capacidade de interpretação e aplicação prática do Direito.
É comum encontrar questões que apresentam situações concretas envolvendo clientes, empresas, contratos, processos ou conflitos jurídicos. A partir desse contexto, o candidato deve identificar a solução correta com base na legislação, na doutrina predominante e na jurisprudência dos tribunais superiores.
Outro aspecto marcante é o uso de alternativas muito semelhantes entre si. Pequenas diferenças na redação podem alterar completamente a resposta correta, exigindo leitura atenta e domínio técnico do conteúdo.
Por isso, durante a preparação, não basta apenas estudar teoria. É fundamental desenvolver a habilidade de interpretar enunciados longos, identificar palavras-chave e reconhecer as chamadas “pegadinhas” da banca.
Como estudar para a primeira das fases OAB?
A extensão do conteúdo programático faz com que muitos candidatos sintam dificuldade para organizar a rotina de estudos. No entanto, uma preparação consistente depende mais da qualidade do planejamento do que da quantidade de horas dedicadas diariamente.
Uma estratégia eficiente costuma combinar diferentes métodos de aprendizagem ao longo da semana.
Monte um cronograma equilibrado
Organizar as disciplinas em ciclos de estudo ajuda a distribuir melhor o conteúdo e evita que determinadas matérias sejam negligenciadas.
Em vez de concentrar toda a atenção em apenas um tema, o ideal é alternar disciplinas de maior peso com conteúdos menos cobrados, mantendo revisões periódicas para consolidar o aprendizado.
Resolva muitas questões
A resolução de questões é uma das ferramentas mais importantes para quem busca aprovação na primeira fase.
Além de identificar os assuntos mais recorrentes, essa prática ajuda a desenvolver velocidade, interpretação e segurança para o dia da prova.
Sempre que possível, priorize questões elaboradas pela própria FGV, já que elas reproduzem o estilo de cobrança encontrado no Exame de Ordem.
Faça revisões constantes
O grande volume de conteúdo exige revisões frequentes para evitar o esquecimento das matérias estudadas.
Métodos como resumos, mapas mentais, flashcards e simulados ajudam a reforçar a memória de longo prazo e tornam o estudo mais eficiente.
Realize simulados completos
Os simulados permitem avaliar não apenas o conhecimento jurídico, mas também a gestão do tempo e o controle emocional durante uma prova de cinco horas.
Ao reproduzir as condições reais do Exame de Ordem, o candidato identifica pontos de melhoria antes da avaliação oficial.
Como funciona a segunda das fases OAB?
Depois de conquistar a aprovação na prova objetiva, chega o momento que costuma gerar mais dúvidas entre os candidatos: a segunda fase da OAB, também chamada de prova prático-profissional.
Ao contrário da primeira etapa, que avalia conhecimentos gerais sobre diversas áreas do Direito, a segunda fase exige que o candidato demonstre como aplicaria esse conhecimento na prática da advocacia.
É nessa etapa que a banca analisa competências fundamentais para o exercício profissional, como interpretação de casos concretos, elaboração de peças processuais, fundamentação jurídica, argumentação e domínio da legislação.
Por isso, muitos candidatos consideram essa fase mais desafiadora. Afinal, não basta conhecer a teoria: é preciso saber utilizá-la de forma técnica, organizada e estratégica.
Como é composta a segunda fase da OAB?
A segunda fase possui duração de cinco horas e é composta por duas partes.
Peça prático-profissional
A primeira parte consiste na elaboração de uma peça processual, que vale 5 pontos.
O candidato recebe um caso concreto e deve identificar qual é a medida jurídica adequada para solucionar o problema apresentado.
Dependendo da área escolhida na inscrição, essa peça poderá ser uma petição inicial, contestação, recurso, parecer, mandado de segurança, ação constitucional, entre diversas outras possibilidades previstas no edital.
Mais do que acertar o nome da peça, é necessário desenvolver corretamente toda a sua estrutura.
A FGV avalia aspectos como:
- identificação correta da peça;
- endereçamento;
- fundamentação jurídica;
- indicação dos dispositivos legais;
- pedidos;
- fechamento adequado.
Um único erro na escolha da peça pode comprometer boa parte da pontuação da prova, motivo pelo qual essa etapa exige treinamento constante ao longo da preparação.
Questões discursivas
Além da peça processual, o candidato responde quatro questões discursivas, cada uma valendo 1,25 ponto, totalizando 5 pontos.
Essas questões apresentam situações práticas relacionadas à área escolhida e exigem respostas objetivas, fundamentadas e bem estruturadas.
Ao contrário do que muitos imaginam, a banca não espera respostas extensas.
Na maioria das vezes, respostas claras, organizadas e fundamentadas na legislação são suficientes para alcançar a pontuação máxima.
Outro aspecto importante é a utilização adequada dos dispositivos legais.
Sempre que possível, citar artigos da legislação, princípios jurídicos e entendimentos consolidados fortalece significativamente a resposta.
Posso consultar o Vade Mecum na segunda fase?
Sim. O uso do Vade Mecum sem comentários é permitido apenas na segunda fase da OAB, desde que esteja de acordo com as regras do edital.
Uma das principais diferenças entre as fases da OAB é justamente a possibilidade de consulta à legislação durante a prova prático-profissional.
O candidato pode utilizar um Vade Mecum que esteja em conformidade com as regras estabelecidas no edital.
São permitidas apenas legislações sem comentários doutrinários, jurisprudência, modelos de peças, formulários ou anotações pessoais.
Também não são aceitos materiais com post-its contendo conteúdo jurídico, folhas avulsas ou qualquer forma de consulta que extrapole as regras da banca.
Por isso, conhecer previamente as normas de utilização do Vade Mecum é indispensável para evitar problemas no dia da prova.
Durante a preparação, vale a pena treinar utilizando o mesmo Vade Mecum que será levado para o Exame de Ordem. Esse hábito aumenta a familiaridade com a localização dos dispositivos legais e reduz o tempo gasto durante a prova.
Como é feita a correção da segunda fase?
A correção da segunda fase segue critérios objetivos definidos previamente pela FGV.
Cada item esperado na peça processual e nas questões discursivas possui pontuação específica prevista no espelho de correção.
Isso significa que a banca não atribui nota apenas com base na impressão geral da resposta.
São avaliados diversos elementos técnicos, como:
- identificação correta da peça jurídica;
- fundamentação legal;
- utilização dos dispositivos pertinentes;
- desenvolvimento da argumentação;
- pedidos formulados;
- estrutura técnica da redação;
- solução jurídica apresentada.
Após a divulgação do resultado preliminar, a banca também publica o padrão oficial de respostas, permitindo que os candidatos comparem seu desempenho e, se necessário, apresentem recurso fundamentado.
Essa transparência torna essencial conhecer os critérios utilizados na correção desde o início da preparação.
Qual é a nota mínima para aprovação nas fases OAB?
A segunda fase vale 10 pontos.
Para ser aprovado, o candidato precisa obter nota igual ou superior a 6 pontos, considerando a soma da peça processual e das quatro questões discursivas.
Na prática, isso significa que um bom desempenho nas questões pode compensar pequenas perdas de pontuação na peça.
Da mesma forma, uma excelente peça processual pode equilibrar eventuais dificuldades nas respostas discursivas.
Por esse motivo, toda a prova deve ser planejada estrategicamente.
Administrar corretamente o tempo entre a elaboração da peça e a resolução das questões costuma fazer grande diferença no resultado final.
O que mais reprova candidatos na segunda fase da OAB?
Grande parte das reprovações não acontece por desconhecimento da matéria, mas por erros técnicos que poderiam ser evitados com treinamento específico.
Entre os equívocos mais frequentes estão:
Escolher a peça errada
Esse é, sem dúvida, o erro mais grave da segunda fase.
Mesmo que a fundamentação esteja correta, identificar equivocadamente a peça pode resultar em perda significativa de pontos.
Por isso, durante os estudos, é fundamental aprender a identificar rapidamente qual instrumento processual melhor se adequa ao caso concreto apresentado pela banca.
Esquecer fundamentos legais
Outro erro recorrente é responder apenas com argumentos genéricos, sem indicar os dispositivos legais aplicáveis.
A FGV valoriza respostas fundamentadas na legislação vigente.
Sempre que possível, mencionar artigos, princípios e entendimentos consolidados fortalece a argumentação jurídica.
Não administrar o tempo
Cinco horas parecem suficientes, mas muitos candidatos concentram praticamente todo o tempo na peça prática e deixam as questões discursivas para o final.
Essa estratégia costuma comprometer a qualidade das respostas.
O ideal é definir previamente quanto tempo será destinado a cada etapa da prova e respeitar esse planejamento durante toda a realização do exame.
Não treinar peças durante a preparação
Um dos maiores equívocos é estudar apenas teoria.
Isso porque, a segunda fase exige prática constante.
Quanto maior o contato do candidato com casos concretos, modelos de peças e correções comentadas, maior será a segurança para identificar rapidamente a solução jurídica exigida pela banca.
Como escolher a área da 2ª fase da OAB?
Uma das decisões mais importantes para quem vai realizar o Exame de Ordem é a escolha da disciplina da 2ª fase da OAB. Essa definição impacta diretamente a estratégia de estudos e pode aumentar significativamente as chances de aprovação.
Isso porque, a escolha deve ser feita no momento da inscrição e determinará tanto a peça prático-profissional quanto as quatro questões discursivas que serão cobradas na prova.
Atualmente, o candidato pode optar entre as seguintes áreas:
- Direito Administrativo;
- Direito Civil;
- Direito Constitucional;
- Direito do Trabalho;
- Direito Empresarial;
- Direito Penal; e
- Direito Tributário.
Mas como tomar essa decisão?
Embora muitos candidatos escolham a área pensando apenas no mercado de trabalho, a estratégia mais eficiente costuma considerar um conjunto de fatores.
Fases OAB: afinidade com a disciplina
A primeira pergunta é simples: em qual matéria existe maior facilidade ou interesse?
Uma disciplina que desperta interesse tende a tornar o estudo mais produtivo e menos desgastante ao longo da preparação.
Fases OAB: histórico acadêmico
As notas obtidas na graduação, a participação em estágios e a experiência prática também podem servir como indicativos importantes.
Quem atuou em escritórios trabalhistas, por exemplo, pode ter maior familiaridade com petições e procedimentos específicos da área.
Fases OAB: facilidade com peças processuais
Algumas áreas possuem peças consideradas mais previsíveis, enquanto outras exigem maior domínio técnico.
Por isso, é importante analisar provas anteriores e identificar em qual disciplina existe maior segurança para redigir peças prático-profissionais.
Fases OAB: objetivos profissionais
Para muitos candidatos, a escolha também está ligada à carreira desejada após a aprovação.
Em suma, quem pretende atuar na advocacia criminal pode optar por Direito Penal. Já aqueles interessados em consultoria empresarial podem preferir Direito Empresarial ou Tributário.
Por isso, faça o Quiz “Qual a disciplina ideal para a 2ª fase da OAB?” e receba um diagnóstico preciso sobre seu potencial em cada área.
Erros que mais reprovam candidatos nas fases OAB
Além de conhecer o formato das provas, é importante identificar os erros mais comuns que prejudicam o desempenho dos candidatos.
Em muitos casos, a reprovação não ocorre por falta de conhecimento, mas por problemas de estratégia e planejamento.
Veja os principais:
1. Estudar apenas teoria
Ler livros e assistir aulas é importante, mas a OAB exige prática constante.
Resolver questões anteriores da FGV é uma das formas mais eficientes de compreender o estilo da banca e identificar os temas mais recorrentes.
2. Não treinar peças prático-profissionais
Na 2ª fase, o treinamento de peças é indispensável.
Muitos candidatos conhecem o conteúdo jurídico, mas perdem pontos por erros de estrutura, endereçamento, fundamentação ou pedidos.
3. Ignorar provas anteriores
As provas da FGV seguem padrões de cobrança relativamente previsíveis.
Analisar exames passados ajuda a entender quais assuntos aparecem com maior frequência e como a banca formula suas questões.
4. Administrar mal o tempo
Tanto na 1ª quanto na 2ª fase, a gestão do tempo é decisiva.
Isso porque, na prova objetiva, gastar muitos minutos em poucas questões pode comprometer o desempenho geral.
No entanto, na prova prático-profissional, o ideal é reservar tempo suficiente para planejamento, redação e revisão da peça.
5. Deixar Ética em segundo plano
Ética Profissional é uma das disciplinas com maior número de questões na primeira fase da OAB.
Mesmo assim, muitos candidatos priorizam matérias extensas e deixam de conquistar pontos importantes em um conteúdo de alta previsibilidade.
Em resumo
- A OAB possui duas fases.
- A primeira é objetiva.
- A segunda é prático-profissional.
- Apenas aprovados seguem para a segunda.
- O Vade Mecum é permitido somente na segunda fase.
- A preparação deve combinar teoria e prática.
Perguntas frequentes sobre as fases OAB
Quantas fases tem a OAB?
O Exame de Ordem possui duas fases eliminatórias: uma prova objetiva e uma prova prático-profissional.
Quem pode fazer a segunda fase da OAB?
Apenas os candidatos aprovados na primeira fase, com pelo menos 40 acertos na prova objetiva.
Posso escolher qualquer área na segunda fase?
Sim. O candidato escolhe uma das sete áreas disponíveis no momento da inscrição.
Posso consultar legislação na segunda fase?
Sim. É permitido o uso de Vade Mecum sem comentários, anotações ou conteúdos doutrinários.
Qual das fases OAB é mais difícil?
A dificuldade varia conforme o perfil do candidato. A primeira fase exige conhecimento amplo das disciplinas jurídicas, enquanto a segunda avalia a aplicação prática do Direito.
O que acontece se eu reprovar na segunda fase?
O candidato pode utilizar o reaproveitamento da primeira fase, conforme as regras previstas no edital vigente.
Importância de entender as fases OAB
Entender como funciona a 1ª e a 2ª fase da OAB permite construir uma preparação mais estratégica e reduzir erros ao longo da jornada.
Isso porque, enquanto a prova objetiva exige domínio amplo das disciplinas jurídicas, a fase prático-profissional avalia a capacidade de aplicar o conhecimento em situações reais da advocacia.
Por isso, com organização, resolução de questões, treinamento de peças e um plano de estudos adequado, as chances de aprovação aumentam significativamente.








